Meu ateliê é um espaço de criação e cuidado. Mais que cenário, ele participa ativamente dos processos: o tempo, o espaço e os materiais dão contorno simbólico e sustentam o trabalho em desenvolvimento. Sons, cheiros, luz e disposição dos objetos são pensados com atenção, convidando ao gesto expressivo.
Bordado, desenho, escrita, colagem, pintura, argila... podem ser explorados de forma livre, conforme as necessidades de cada percurso. O foco não está no resultado estético, mas na experiência: o encontro com a própria criatividade, com as imagens internas e com a liberdade de transformá-las em gesto, cor, palavra ou tecido.
Os pequenos rituais de preparo, como organizar a mesa, escolher materiais e receber quem chega, ajudam a construir um ritmo mais lento, propício à presença, ao mergulho interior e à expressão de si.


o espaço do ateliê
como acontece um encontro
Começo os encontros escutando. Nos primeiros momentos, procuro conhecer a pessoa, suas referências, seu modo de trabalhar e o momento de vida que atravessa. Proponho exercícios simples e vivências que nos indicam o que pede atenção. A partir daí, o percurso vai sendo desenhado aos poucos, com práticas, conversas, imagens, textos e referências que alimentam o caminho.
Meu lugar no acompanhamento varia. Em alguns momentos estou mais próxima, ajudando a pessoa a se aproximar do próprio gesto criativo. Em outros, faço silêncio e observo. As intervenções e propostas nascem de uma atenção ao momento vivido, respeitando o ritmo e a singularidade de cada percurso.
Com o tempo, algo vai se transformando: o repertório de imagens se amplia, surgem novos modos de agir, a criatividade começa a atravessar também a vida cotidiana.
Aqui acontecem acompanhamentos individuais, pequenos grupos e vivências pontuais. O ateliê também se expande para escolas, empresas e instituições, levando sua proposta de criação e escuta a outros contextos.
Os encontros online mantêm o mesmo cuidado, adaptados ao espaço de cada pessoa — trabalhamos com materiais simples, muitas vezes a partir do que já existe em casa.
Se você sentiu vontade de conhecer o ateliê ou imaginar um percurso possível, me escreve. Será uma alegria te ouvir.